quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Espelho às vezes inimigo

Das milhares coisas que nos inquietam, ser mulher é uma daquelas, que ora ou outra, questionamos! Ser um bicho instintivo,intuitivo, sensível e muitas vezes confuso dá muito trabalho e nos custa tempo, por isso mesmo, nos faz singulares e muito especiais! Qual a mulher que nunca acordou odiando acordar, pelo simples fato que o dia  resolveu amanhecer de pé esquerdo, quer dizer, não foi o dia que acordou assim, mas a bonitona que acordou de "ovo virado"?! Pode ser que os hormônios tenham contribuído para  que os nervos aflorassem e nos deixem mais sensíveis, mas nós sabemos, que tem dias que tudo dá errado, tudo desaba nas nossas cabeças e como somos chegadas a uma tragédia grega, gritamos, esperneamos e por quê não, choramos! Resumindo, damos uma de Maysa, meu mundo caiu! Tem dias que até o guarda-roupa pode não ser nosso aliado e o espelho pode virar nosso pior inimigo, que a estratégia é evitá-los em dias compassivos! Como nem tudo é uma "maré de horrores", o céu pode amanhecer mais ensolarado, o canto dos pássaros, uma sinfonia para os ouvidos, o armário pode estar repleto de coisas interessantes, que ficavam escondidas no fundo da gaveta e o espelho, ah, o espelho, um revelador dos segredos mais secretos. Nesse dia nem fugimos dele, olhamos para ele com toda segurança do mundo, aff, sem exageros, conseguimos olhá-lo sem tantos conflitos e quando olhamos de verdade, vemos uma paisagem monumental! Sim,  nos enxergamos do jeito que somos, com todas as sardas, pintas, rugas e cicatrizes que fazem parte do nosso corpo.  Aí, nos encantamos, vemos a nossa frente uma mulher linda, brejeira, louca, cheia de dúvidas e maravilhosa! Um verdadeiro universo particular! Então olhe para o espelho e diga: -Eu me amo, eu me amo! Não posso mais viver sem mim! Boa noite e muitos mundinhos particulares para vocês!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Essas coisas fofas cavam buracos neste estacionamento para se proteger do calor de Terê!! Ninguém é bobo, hehehehehehehehe!

sábado, 24 de agosto de 2013

A panela está no fogo. Para o jantar serviremos carne crua regada a gás tóxico. Para preparar a receita colocamos um pouquinho de egoísmo,  um toque de ganância, um pouquinho de poder e muita intolerância para dar mais gosto ao caldo de intrigas.  O ideal aqui é criar um caldo bem concentrado com muito desconforto e mostrar o quanto somos "fortes" e nos impomos pela força!  Para sobremesa, um pouco de morbidez, um café bem quente e um cigarro para completar a digestão. Afinal, nosso lema é separar os homens, mutilar ideais, censurar transformações e emburrecer o povo.  Com esta receita, eu garanto, chegaremos em algum lugar. Retrocedemos, meus caros, enquanto seres racionais que somos, apesar de eu ter minhas dúvidas!  Mas para continuar com essa tragédia patética, usamos a luta de braço como recurso! Afinal, aqui o ganancioso, o dito "mais forte, mais imbecil" vence pela força, pela violência e através da dominação! Fracassamos, é verdade!  Mais quem se importa, se a morbidez dos fatos já faz parte do nosso cotidiano! Tomemos café, comemos nosso pão de cada dia e vamos para batalha... E quem tem tempo para o outro? O ônibus a essa hora já está lotado e eu vou chegar suado no trabalho! Tempo é dinheiro, nas ditas sociedades democráticas! Fomos levamos pela imbecilidade dos fatos e desistimos do próximo, pois a dor só é minha quando atinge meus pés. E quando meu pai fala que outrora eramos tão cheios de sabedoria e esperança, creio que hoje, estamos fadados ao fracasso. Não olhamos para o outro nos olhos nem com respeito, como é que podemos acreditar que o outro possa ser parte da nossa vida! Essa crise de valores sociais nos corrompe, nos afasta, nos aniquila e nos retira toda compaixão pelo próximo.  Então nos valemos pelo que carregamos nos bolsos, pois bolsos vazios causam estranhamento para "alguns". E eu vou seguindo no ônibus lotado já sem esperança, quando vejo que valores tão confusos,  tão nefastos me causam constrangimento! Mas quem sou eu  para brigar com um mundo onde gente de carne, osso, músculos, razão, emoção, vira moeda de troca?  Cara ou coroa? Quem tem olho é rei no país dos banguelas! Como diria a pequena e sábia Mafalda, bastaaaaaaaaaaaaaa!

terça-feira, 18 de junho de 2013

 Chega de tanta corrupção, queremos que nossos direitos sejam assistidos!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Quando ela chega...

A danada sempre me persegue! Quando eu menos imagino, lá vem ela de mansinho... Um espirro, uma tosse, uma moleza no corpo e uma garganta inflamada! Pronto, ela chegou de vez! Me pegou de jeito e me deixou assim! Que a santa vitamina C me ajude e me proteja, pois não aguento mais ficar de molho em casa!





segunda-feira, 1 de abril de 2013

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Tempestades e Sonhos

Quando eu pensava que tudo estava perdido, eu encontrei a fé e a esperança! Sou sujeita da minha própria história e por isso, conduzo meu destinho a partir das minhas escolhas. Com a fé, eu encontrei a paz, a serenidade, a compaixão.  Na verdade, eu me encontrei! Não sou religiosa, sou apenas uma mulher de fé, que crer no amor e que nunca perde a esperança. Mesmo nos períodos que andei tão descrente da vida e que os sonhos não me faziam mais sorrir, no fundo eu sabia que havia uma luz em algum lugar. Nas tempestades, eu encontrei a força, na dor eu encontrei a esperança e no sonho vi  que posso fazer diferente, mesmo que seja do meu jeito, torto e desleixado. Por isso, meus caros podemos sonhar nas tempestades!

 Um bom dia e vários mundinhos de esperança para todos!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Um dia eu achei que saberia driblar os problemas com maestria. Eu achei que para ser forte, eu não precisaria demonstrar minhas fraquezas nem expor meus demônios. Somente entendi que eu queria mais do mundo. Não quero e não penso em desistir, mas às vezes penso que a vida esqueceu-se de mim. Falta-me o ar, os sonhos, as cores, a luz e às vezes até a esperança.  Mas será que alguém pode viver sem esperanças? Sem sonhos? Sem cores? Daqui do alto da varanda, sinto o silêncio penetrar meu corpo. As palavras  como sempre, velhas companheiras me confortam nessa solidão imensa que sinto e por isso faço uma catarse através delas. Não busco respostas, muito menos compreensão. Escrevo para amenizar a dor, a solidão, a saudade... Peço licença as palavras, mas elas são para mim mensageiras, amigas confidentes e cúmplices. Aquelas que traduzem o que sou, o que eu sinto e o que eu espero. Que a esperança nunca me falte.


Até breve

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A morte

O silêncio  insuportável me calou de vez. Era como se eu morresse várias vezes e ninguém soubesse. E por mais que eu ficasse sem fôlego, eu  queria ir mais fundo. Morrer de vez. Eu via o infinito, mas não conseguia chegar lá. Por vezes não exitei voltar porque eu sabia que se eu fosse mais fundo eu teria alguma resposta. Testar meus próprios limites? Obter respostas? Eu queria morrer e somente isso. Queria falar com deus e acordar numa paz plena.  Chegar ao nirvana e nunca mais voltar. Queria somente sorrir e ter o coração leve. O silêncio me traria a paz que tanto busco. Mas  estou viva, pois o suor escorre entre minhas pernas. Minhas mãos estão geladas e ansiosas. Quantas vezes precisarei morrer para ter uma nova vida? Não ter resposta é uma dúvida cruel, porque a incerteza nos dar aquela angústia que gela até a espinha. A angústia que ao mesmo tempo nos faz vivos, é a mesma que nos faz tão frágeis, ingênuos e tolos.  Medo de não ser capaz, medo de não ter esperança, medo de não conseguir dar o meu melhor. O calor de um abraço bem apertado  e pronto!  Sabemos que o amor existe na sua plenitude. Quero amigos e família bem pertinho para que meus olhos os alcance. Quero ter sonhos novamente,  motivos para recomeçar e rir até doer a barriga. Aceito ser aprendiz e aluna para novos caminhos e aventuras. Estou disposta a renascer e depois morrer várias vezes.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A Chave

Era uma porta de madeira sólida e de lei. De repente as chaves não abriam a mesma porta. Trocaram-se as fechaduras sem se quer avisar. Fora um golpe daqueles. Sem casa, sem sonhos, sem chão. A mesma chave abrira todas as portas e por um instante ela não tinha mais servidão. Mas aquela chave não saia dos seus bolsos, era um amuleto, uma peça valiosa que cabia perfeitamente entre os dedos. Mas ela perdeu o uso e função. Ela fora trocada por uma peça nova que agora cobiça os olhos e os anseios do seu dono. De repente, aquela chave não serviu para abrir os novos mundos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Mundão

Créditos da Foto: Gabriel Prehn Britto

Se eu pudesse eu traria boas novas, bons ventos e uma nova esperança!
Ah, seu eu pudesse eu faria tudo diferente, de trás para frente... Contaria uma nova história
Mas o que fazer como tanto amor? Venderia numa barraca de flores? Doaria para os desiludidos? Ou o recortaria em mil pedacinhos? Levarei as praças o meu mundo desmedido, vagabundo e inteiro. 
Daqueles bem desajeitado, infantil e às vezes possessivo. O mundo meu que erra, bate a cabeça, tropeça,  perde as estribeira, mas que nunca perde a doçura. Neste mundo todo mundo tem que saber dançar, aqui o que vale é se doar por inteiro, mesmo que as consequências nem sempre sejam as melhores, vale a pena saber ganhar, perder ou empatar. Neste mundão, eu já aviso a brincadeira é só para gigantes!


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Os ventos sopram em outra direção...

E eu que achei que recomeçar era fácil, hoje vejo que é mais difícil do que podia imaginar! Adaptação ao novo lar,  uma angustia que corta o coração, as inúmeras incertezas,  uma ansiedade que dói o estômago permeiam o meu novo mundo.  Saudades do mar e do cheiro de maresia...  Do dendê puro e brilhante. Os ventos, hoje sopram em outra direção. No meio norte refaço minhas colchas e junto meus retalhos. Remendo uma coisa aqui , outra ali, nunca fica perfeito, mas ganha novo sentido. Não há nada melhor do que descobrirmos o quanto podemos e aonde queremos chegar. Continuo tecendo minhas colchas, bordando meus panos e transbordando em palavras...  Sou coberta por aromas e tempeiros... Cheiro a cebola, a alho e a pimenta. Sou de fogo, fogão, panela e cozinha, mas sou também de deleite, de uma boa dose de vodka e de uma boa maquiagem. Me reinvento como mulher, como esposa,  como filha,  como irmã e  como amiga, hoje eu acredito na dimensão saudade e  no que a distância é capaz de fazer.  Serei o possível, o impossível e  o necessário.  Tentarei tantas vezes for preciso, pois eu sei que m dia, eu chego em qualquer lugar! Boa noite, amiguinhos!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Terê

Contando os dias para voltar para casa!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Tempestade

Vivo a tempestade! Raios e trovões me assombram diariamente. Não sei quando vão passar, mas fico aqui na esperança que um dia eu acorde e consiga ver o sol novamente. São dias difícies... Sem um sinal de esperança ou coisa parecida. Quero ter uma noite bem dormida e tomar um cálice de vinho. Embebeidar-me de fantasias e sonhos. Embora os sonhos não tem me aparecido com frequência, por isso quero ter um dia ao deleite deles. Vejo o mar pela última vez e já me bate uma saudade... A maresia entranha em meus cabelos. Daqui do alto vejo o azul da sua cor e já me sinto confidente, amiga, eterna.O gosto de sal em minha saliva e o vento a me banhar. O tempo, o vento e o mar! Nos veremos em breve companheiros!!! Até qualquer sonho!

texto: Soraia Monteiro

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mudanças!


Será que meu coração resiste a tantas mudanças? Depois de Recife sigo para Teresina minha nova morada! Espero que esta nova fase traga crescimento pessoal e muitas alegrias!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Pense numa festa linda?! Bonfim!!!!

Viva ao Senhor do Bonfim!!! Viva!!!!
Foto: Reprodução.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Minha nova terrinha... Visse!

Recife-PE

Metas para 2012!!!


Viajar, viajar, viajar! Viajar é preciso, pois alimenta a alma!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O Laço

Foi bom enquando durou amor
Foram boas aquelas tardes de chuva sem fim
No dia em que você me disse que me amava eu te disse que já sabia...
Era só você e eu
Mas onde foi parar isso tudo?
Essa coisa que se chama amor?
Nossos lençóis já não são os mesmos
A nossa casa não tem mais a mesma cor
Nossos papéis ficaram ao vento...
As juras eternas de amor... Se perderam no infinito
Assim como o tempo... Que vive em ciclo
Sempre a tempo para um recomeço.

Autoria: Soraia Monteiro

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

3 Dias...


Antes de amar-te, amor, nada era meu
Vacilei pelas ruas e as coisas:
Nada contava nem tinha nome:
O mundo era do ar que esperava.
E conheci salões cinzentos,
Túneis habitados pela lua,
Hangares cruéis que se despediam,
Perguntas que insistiam na areia.
Tudo estava vazio, morto e mudo,
Caído, abandonado e decaído,
Tudo era inalienavelmente alheio,
Tudo era dos outros e de ninguém,
Até que tua beleza e tua pobreza
De dádivas encheram o outono.

Pablo Neruda